Projeto Integrado · 2026

Reestruturação industrial orientada por dados.

Uma proposta de

Banco de Dados Autogerativo de Processos para a indústria calçadista, integrando padronização dinâmica, governança industrial e modernização tecnológica em uma única plataforma.

Identificação
Rodrigo Marzola
CST em Gestão da Produção Industrial
5
Atividades
8
Frentes de segurança
3
Pilares ESG
5
Níveis na EAP
Role para descobrir
Atividade 1 · Proposta Inovadora

Banco de Dados Autogerativo de Processos.

Mais que manuais ou treinamentos: uma base inteligente de conhecimento operacional que identifica, sugere, padroniza, valida e implanta modelos produtivos, construindo memória organizacional rastreável e continuamente aperfeiçoada.

01

Registro

Gestor informa área, problema e impacto operacional.

02

Busca inteligente

Sistema consulta processos similares já cadastrados.

03

Sugestão

POPs, checklists e indicadores são propostos automaticamente.

04

Edição

Gestor adapta o modelo à realidade da fábrica.

05

Qualidade

Setor avalia, aprova, ajusta ou rejeita o modelo.

06

Padrão oficial

Processo aprovado entra na base padrão da empresa.

07

Auditoria

Histórico, responsáveis, prazos e evidências rastreáveis.

Resultado

Memória organizacional viva, rastreável e em constante evolução.

Diagnóstico · Mapeamento da Causa Raiz

Os 6M por trás da ineficiência.

Antes de propor a solução, é preciso entender o problema. A análise pelos 6M (Ishikawa) revela as causas estruturais que comprometem a qualidade, a produtividade e a competitividade.

01

Método

  • Ausência de padronização de processos
  • Falta de POPs e instruções claras
  • Procedimentos informais e variáveis
02

Máquina

  • Equipamentos obsoletos
  • Baixo nível de automação
  • Manutenção reativa, não preditiva
03

Mão de obra

  • Capacitação técnica insuficiente
  • Alta dependência de conhecimento tácito
  • Rotatividade compromete o aprendizado
04

Material

  • Variabilidade de matéria-prima
  • Falta de critérios de inspeção
  • Estoque sem rastreabilidade
05

Medição

  • Indicadores fracos ou inexistentes
  • Ausência de controle por dados
  • Resultados avaliados subjetivamente
06

Meio ambiente

  • Layout fabril ineficiente
  • Condições inadequadas de trabalho
  • Riscos ergonômicos e operacionais
Consequências observadas

Quando as causas convergem, o impacto é sistêmico.

  • Retrabalho e refugo elevados
  • Baixa previsibilidade da produção
  • Perda de competitividade no mercado
  • Falhas recorrentes de qualidade
Plano de Ação · Padronização

Da variabilidade ao padrão evolutivo.

A ausência de padronização compromete qualidade, gera retrabalho e reduz previsibilidade. A solução: padronização dinâmica integrada ao setor de Qualidade.

Ações propostas

Sete frentes que sustentam a padronização contínua.

  • 01
    Banco de dados centralizado de processos, problemas, causas e ações corretivas
  • 02
    Mecanismo inteligente de busca por similaridade entre problemas
  • 03
    Formulário técnico para registro de área, problema, causa e solução
  • 04
    Modelos editáveis de POP, checklists, instruções e planos de controle
  • 05
    Fluxo formal de aprovação pelo setor de Qualidade
  • 06
    Trilha de auditoria com versões, responsáveis, datas e justificativas
  • 07
    Monitoramento por indicadores de conformidade, qualidade e produtividade
0%
Padronização
0%
Menos retrabalho
0%
Rastreabilidade

Antes vs. Depois

Projeção de impacto
Plano de Ação · Automação Industrial

Modernização integrada à inteligência operacional.

Máquinas, indicadores de manutenção, paradas e falhas alimentam a base de conhecimento, permitindo recomendar ações preventivas, melhorias e prioridades de investimento.

Evolução do OEE

6 meses · projeção

Eficiência global dos equipamentos vs. meta corporativa.

Ação 01

Substituição planejada

Modernização gradual de máquinas obsoletas por tecnologia automatizada.

Ação 02

Manutenção preditiva

Programas estruturados de manutenção preventiva e preditiva integrados.

Ação 03

Registro digital

Falhas, paradas, perdas e causas registradas em base unificada.

Ação 04

Integração com banco

Dados de manutenção alimentam o banco autogerativo de processos.

Ação 05

Capacitação técnica

Equipe treinada para operar, manter e otimizar novos sistemas.

Ação 06

Indicadores OEE

Disponibilidade, desempenho, qualidade e eficiência global monitorados.

Atividade 2 · EAP

Estrutura Analítica do Projeto.

Reestruturação completa do sistema produtivo: eficiência operacional, qualidade contínua e competitividade organizacional, decompostas em cinco níveis.

Nível 1

Projeto de Reestruturação da Produção Industrial

Nível 2

Frentes estratégicas

  • Diagnóstico operacional
  • Padronização de processos
  • Modernização tecnológica
  • Desenvolvimento de competências organizacionais
Nível 3

Linhas de trabalho

  • Análise de gargalos produtivos
  • Mapeamento detalhado dos processos
  • Planejamento de investimentos em tecnologia
  • Programas de manutenção
  • Programas de capacitação
Nível 4

Atividades operacionais

  • Coleta e análise de dados
  • Identificação de ineficiências
  • Redesenho de fluxos produtivos
  • Aquisição e instalação de equipamentos
  • Treinamentos técnicos
  • Monitoramento pós-implantação
Nível 5

Refinamento contínuo

  • Avaliação por indicadores
  • Ajustes contínuos nos processos
  • Consolidação das melhorias
Atividade 3 · Saúde e Segurança

Oito frentes que sustentam um ambiente seguro.

Diretrizes integradas para garantir adesão a procedimentos, proteção, identificação de riscos e bem-estar dos colaboradores.

A
Item A

Cultura de segurança

Treinamentos contínuos, fiscalização ativa e responsabilização dos colaboradores.

B
Item B

Produtos químicos

Uso rigoroso de FISPQ, EPIs adequados e monitoramento da exposição.

C
Item C

Identificação de riscos

Sinalização adequada, comunicação visual e gestão estruturada de riscos.

D
Item D

Estresse ocupacional

Gestão da carga, pausas regulares e melhoria do ambiente organizacional.

E
Item E

Treinamento contínuo

Reciclagem periódica e certificação dos operadores.

F
Item F

Mitigação de ruídos

Controle técnico, EPIs e monitoramento ambiental constante.

G
Item G

Logística interna

Padronização de fluxos e capacitação dos colaboradores.

H
Item H

Prevenção de incêndios

Planos de emergência, brigadas treinadas e manutenção preventiva.

Atividade 4 · Diagnóstico Estratégico

Análise SWOT e ferramentas de gestão.

Compreender o cenário interno e externo é o primeiro passo para a transformação. Combinada às ferramentas certas, define o caminho da competitividade.

Quadrante

Forças

  • Tradição consolidada no mercado
  • Histórico de qualidade reconhecida
Quadrante

Fraquezas

  • Falta de padronização
  • Obsolescência tecnológica
  • Ineficiência gerencial
Quadrante

Oportunidades

  • Modernização tecnológica
  • Reestruturação estratégica
Quadrante

Ameaças

  • Concorrência global
  • Perda de mercado

Maturidade-alvo

Capacidades organizacionais ao final do projeto.

01

Lean Manufacturing

Redução de desperdícios e aumento da eficiência produtiva.

02

ERP

Integração e controle organizacional ponta a ponta.

03

Six Sigma

Redução de falhas e melhoria contínua da qualidade.

Atividade 5 · ESG

Sustentabilidade e responsabilidade corporativa.

ESG representa práticas ambientais, sociais e de governança voltadas à sustentabilidade: pilares estratégicos para perenidade e valor.

Pilar 01

Ambiental

Redução de resíduos. Controle de emissões. Uso responsável de recursos.

  • Redução de resíduos
  • Controle de emissões
Pilar 02

Social

Segurança do trabalho. Capacitação contínua. Bem-estar dos colaboradores.

  • Segurança do trabalho
  • Capacitação dos colaboradores
Pilar 03

Governança

Transparência. Compliance. Tomada de decisão baseada em dados.

  • Transparência
  • Compliance

Equilíbrio entre pilares

Distribuição estratégica do programa ESG.

01
Melhoria da reputação
02
Redução de riscos
03
Aumento da competitividade
04
Atração de investidores